PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA
1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO
Com um olhar voltado para as dificuldades presentes na unidade escolar, ouvimos os anseios dos alunos da comunidade em que nos encontramos inseridas. Nesse sentido e sob esse olhar, refletir sobre a ação profissional de cada educador, objetivando compreender as diferentes nuance de cada aprendiz para instrumentalizar-se a uma ação renovada, é tarefa social da pedagogia e dos profissionais psicopedagogos.
O olhar supõe uma reflexão, e a reflexão, juntamente com o diálogo com os outros “conhecedores”, remete-nos a um novo conhecimento, que está comprometido com o saber de cada um, com a intuição, com a ação, com os movimentos que são objetivos e subjetivos, ou seja, com a paixão de autorizar-se a pensar, a construir e a ser.
A nossa intenção em ser breve e objetiva nesta apresentação acabou gerando uma emoção que solapou a outra intenção, a de ser eminentemente acadêmica e profissional.
Elaborar um projeto que desse suporte a minha intenção é um grande desafio, intervir onde há mais necessidade de acompanhamento é o que busco no momento, me propus a construção do mesmo para que os sujeitos das ações (professores) oferecessem maior contribuição no desenvolvimento dos educando, respeitando o nível de cada um.
A idéia de atendimento especializado para os alunos com dificuldades na aprendizagem é o foco do momento, ações desenvolvidas terão a responsabilidade da escola com os profissionais habilitados para trabalhar as diferenças. Em anseio de realizar este projeto na unidade escolar, cotamos com apoio de profissionais psicopedagogos, psicólogo, pedagogos, especialista em educação especial e em descobrir talentos, didaticamente supervisionado pela direção da escola e auxilio pedagogicamente da coordenadora.
Este projeto é um diagnóstico de nossa realidade de hoje, e de como podemos melhorar para que nossos alunos se tornem pessoas-cidadãs, éticas, felizes, autônomas e competentes, ao receber um atendimento especializado, de acordo com a necessidade individualizada. Uma educação baseada nos conhecimentos dos especialistas, que tem como aspecto diferencial incluir na saúde mental disciplina, gratidão, religiosidade, cidadania, ética e intelectual.
Ouvir, reescrever a história individual, rediscutir ações, escutar a família, buscar ajuda para o educando, provocar a aprendizagem, estimular, despertar o prazer pelo saber, são critérios importantes na execução do projeto apresentado.
Sabemos que a Educação pode resultar em ações educativas diferenciadas que considerem o momento histórico atual como uma ponte entre o passado e o futuro, num processo de romper e dar continuidade à história.
O projeto segue com o tema: “Intervenção Pedagógica frente às dificuldades de aprendizagem e investigações das possíveis causas”, nasceu através da demanda de casos obscuro na aprendizagem, e frustrações dos profissionais que depara com as situações e não consegue avançar, a vontade de contribuir, foi que me levou a pensar neste projeto e querer fazer e ver acontecer.
2. JUSTIFICATIVA
Se a escola não se modificar, certamente várias crianças continuarão sendo consideradas superdotadas e “hiperativas”, não porque o sejam de fato, mas porque interagem com uma escola que não evoluir. (Barbosa, 2006.p.89)
Utilizaremos para expressar estas ações, a unidade ensinar/aprender assim representada, com pesquisas e investigações que levem a descoberta. A proposta deste projeto de intervenção está ligada ao fato de que ninguém ensina se não houver quem aprenda; que as pessoas aprendem sempre que algo ou alguém as instiga para tal; que estamos acostumados a lidar com clientelas ditas aptas a aprendizagem, e quando deparamos com situações adversas, sentimos impotentes e às vezes até frustrados, neste momento encaixa os AEE (Atendimento Educacional Especializado).
A importância deste projeto de investigação e intervenção se faz necessário devido a grande demanda de crianças que apresenta dificuldades diferenciadas na aprendizagem, onde muitas das vezes o educador se frustra por não conseguir fazer com seu aluno aprenda, toda vez que surge um problema dentro da escola, torna se necessário um pensar pedagógico, com ações que envolva toda a comunidade, e auxilia na dificuldade do momento.
A Escola Municipal João Trevisan tem uma clientela diversificada, com níveis de desenvolvimento diferenciado, encontra-se um número considerado de alunos que apresentam dificuldades na aprendizagem, uns apresenta TDAH- (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade)., outros com suspeita de deficiência na aprendizagem, devido está demanda faz se necessária a criação de um projeto que venha de encontro com as necessidade emergente.
“A escola de hoje não pode mais ser aquela em que o professor fala e os alunos reproduzem. Tendo o silêncio como limite importante, nem aquela em a memorização seja a forma que determina a transmissão e retenção de conhecimentos, nem aquela em que o caderno seja o único local de registro, nem aquela que se resume numa sala de aula, um quadro de giz e muitas carteiras”. (Barbosa, 2006, p.90).
De acordo com as sugestões de mudança da escola como diz a citação acima, busca hoje para a nossa escola um pensar e agir inovador, pois através de uma nova postura dos profissionais teremos uma escola reflexiva e ações relevantes ao desenvolvimento dos alunos.
2.1. IMPORTÂNCIA PARA A ESCOLA
As ações desenvolvidas por mim e por minha equipe de trabalho estão voltadas para o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos que freqüentam a unidade escolar, da qual estou inserida, a execução deste projeto vem para fortalecer a proposta que apresento de intervenção, junto às dificuldades presentes e as suspeita de deficiência ou distúrbios que impedem o desenvolvimento de alguns alunos.
O tema escolhido partiu de um foco de investigação as necessidades de saber o que acontecem com alguns alunos que não conseguem avançar na aprendizagem escolar, para este momento não poderia ser outro tema, pois a necessidade emergente da escola no atual momento é uma investigação que nos leve a um norte, como agir, o que ensinar e como ensinar, e os por quês de tanta dificuldade e até onde podemos ir.
A escola que é o foco de investigação para execução do projeto vive hoje a realidade de uma escola inclusiva. Com uma clientela diversificada, tanto social, cultural como intelectual, por tratar-se de um problema a resolver, na questão de ouvir, e propor apoio ao educando e que vamos iniciar o trabalho com uma professora especialista em psicopedagogia, que atenderá a clientela com mais especificidade.
2.2. RELEVÂNCIA SOCIAL
Algo precisa ser feito e só saberei se vai dar certo após ter tentando, embora eu saiba que devo ter plena convicção do meu trabalho e objetivos, pode ser os resultados que almejo não me satisfaça, porém quero continuar tentando fazer algo que facilite a vida das crianças com dificuldades, eu tenho plena certeza que neste momento é o melhor a ser feito por estas crianças, e se tenho profissionais competente, especialistas em área diversificadas que poderão dar suporte ao trabalho a ser realizado, por que não fazer?
3. OBJETIVOS
O objetivo deste projeto é investigar as diferentes dificuldades dos alunos e classificam-nas quais têm formações e conhecimentos para intervir e as que não a temos encaminhá-las a outros especialistas capacitados. Um trabalho como este requer muita atenção dos profissionais para que não aconteçam erros, pois neste caso o erro não é aceitável, uma criança com dificuldade de aprendizagem nunca deve ser confundida com, por exemplo, uma criança deficiência na aprendizagem, pois ai o caso é mais avançado e precisa de cuidados especiais.
Fica claro o queremos ao longo deste trabalho, descobrir através da observação, investigação, com minuciosa coleta de dado e ir ao estudo do caso, até poder intervir da maneira correta.
O foco principal do trabalho é a criança que apresenta qualquer dificuldade referente ao desenvolvimento da aprendizagem.
3.1. GERAL
Este projeto focará a investigação e intervenção frente às dificuldades diversas dos alunos.
3.2. ESPECÍFICOS
Estimular autoconfiança do aluno, destacando suas competências em outras áreas;
Conhecer a fundo as possibilidades dos seus alunos conforme sua maturidade afetiva e intelectual;
Conhecer os fatores individuais e ambientais presentes e passados que tenham favorecido ou perturbado o desenvolvimento da criança;
Planejar as experiências de aprendizagem como propostas integradoras;
Manter relações freqüentes com os pais;
Realizar uma análise qualitativa e não quantitativa do processo e não somente de seus resultados;
Estimular a capacidade para colocar-se em contato com os demais por meio de brincadeiras, do diálogo e do trabalho em comum;
Favorecer a alternância das atividades grupais e individuais;
Favorecer a discriminação entre realidade e fantasia;
Compreender as relações lógicas de medo angustia e rejeição que a aprendizagem gera. Verbalizá-las e aceitar suas manifestações;
Compreender as características específicas das crianças segundo seu desenvolvimento evolutivo;
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Segundo Gómez e Terán é importante ajudar essas crianças a conhecerem seus pontos fortes, a compreenderem que suas dificuldades não existem por falta de capacidade e, a descobrirem estratégias que sejam úteis no seu aprendizado.
De acordo com a citação acima se conhecemos melhor a criança, será facilitado a maneira de trabalharmos com ela. Este trabalho terá a luz de obras voltadas a compreensão de crianças com dificuldades diversas e maneiras de intervir, como no diz Fernández (1991, p.101)
“A partir de uma dificuldade na simbolização e ressignificação, costuma aparecer nestes casos uma inibição cognitiva, que dificulta mais as possibilidades de pensar que os aspectos figurativos do pensamento”.
Sob a luz das visões de estudiosos, como Alicia Fernández, Içamitiba, Terezinha Nunes, Lair Buarque, Peter Bryant, Laura Monte Serrat Barbosa, Ronald D. Davis, e Ana Maria Salgado Gómez- Nora Espinhosa Terán; que buscaram compreender os processos que uma criança desenvolve e quais são as possíveis dificuldades presente que um educando pode apresentar fará minha pesquisa de campo, com investigações que me levem a compreender os por quês de tantas dificuldades no desenvolvimento da aprendizagem das crianças, das quais me sinto um tanto responsável pelo bom andamento do ensino-aprendizagem parte.
5. METODOLOGIA DA PESQUISA
Segundo Stubbs e Delamont (1976), a natureza dos problemas é que determina o método, isto é, a escolha do método faz função do tipo de problema estudado... Pois geralmente a investigação passa por três etapas: exploração, decisão e descoberta. Na primeira fase ficamos com a definição dos problemas que é dificuldade de aprendizagem, e suspeitas de deficiência ou distúrbios na aprendizagem de alguns alunos. Todo o estudo dos casos será investigado a partir do âmbito escolar até a residência e comunidade de cada caso, o confronto de teorias e práticas tem como centro de estudo a própria unidade escola e então parte-se para as ações de apoio, e intervenções que forem necessárias.
O estudo de caso é o estudo de um caso, seja ele simples e específico, como o de uma professora competente de uma escola pública, ou complexo e abstrato, como o das classes de alfabetização ou o do ensino noturno. O caso é sempre bem delimitado, devendo ter seus contornos claramente definidos no desenrolar do estudo. (Lüdke, Menga. 1986. p17)
Optamos por essa metodologia porque ela possibilita um contato direto com os problemas, por estarmos vinculada com a intenção de contribuirmos nesta oportunidade, para que os professores ampliam suas compreensões das dificuldades enfrentadas pelos alunos.
Através de um contato direto com a situação, nós na qualidade de investigadora da situação pretendemos enfatizar mais o processo do que o produto e nos preocupamos em retratar a perspectiva dos participantes, os avanços perceptível durante a intervenção.
A presente pesquisa parte de uma situação vivida na Escola João Trevisan, que tem como norte a exploração e investigação dos supostos problemas, com busca a campo dos casos a serem analisados. Fontes de dados serão considerada, os próprios relatórios elaborados pelos professores regentes, e investigação de uma professora especialista em psicopedagoga, bem criteriosa abordando somente alunos com dificuldades de aprendizagem considerada e suspeitas de deficiência e distúrbios também na aprendizagem. Muita cautela nas ações, os métodos definidos de acordo com cada situação, e coleta dos dados arquivados para análise, assim penetramos nas situações, confrontamos as evidências positivas e negativas com as teorias existentes e podemos então encaminhar cada caso ao especialista responsável para tal situação.
5.1. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A natureza é que vai determinar o método a ser utilizado nesta pesquisa; a observação direta das atividades do grupo estudado e entrevistado com informações para captar suas explicações e interpretações do que ocorre; levantamentos, histórias de vida, análise de documentos, testes psicológicos, atendimento especializado pelo psicopedagogo, os quais podem fornecer um quadro mais vivo e completo da situação estudada. Os procedimentos caminharam por etapas sistematizadas como segue em primeiro a exploração das suspeitas com coleta de dados, após decidir como? O que fazer? Para quem enviar? Entre outras e diagnóstico verdadeiro do problema, e as possíveis soluções a serem tomadas e por quem.
5.2. TIPO DE PESQUISA: PESQUISA-AÇÃO
As ações partem de uma pesquisa educacional, com abordagem etnográfica já que é a descrição de um sistema de significados culturais de um determinado grupo, o problema é redescoberto no campo uma vez que já existem suspeitas do tal problema; o trabalho de campo é realizado sempre com a presença do pesquisador; o trabalho de campo levará mais de 6 meses; e ainda conta com experiência em outros casos, e assim consideramos a pessoa chave da execução deste projeto alguém que tem muita experiência educacional, os métodos adotados não únicos, de acordo com as necessidades vai se adequando as práticas das ações, enfim um relatório com quantidade suficiente de dados que comprovem a seriedade dos diagnósticos.
5.3. ABORDAGEM DE PESQUISA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA)
Os focos de observação nas abordagens qualitativas de pesquisa são determinados pelos propósitos específicos do estudo, que por sua vez derivam de um quadro teórico geral, traçado pelo pesquisador. (Lüdke, Menga.1986.p.30)
Optamos por uma abordagem qualitativa por proporcionarmos um ambiente natural e com fonte direta de dados e o pesquisador como um instrumento principal; propõe um contato direto e prolongado do pesquisador com a situação que está sendo investigada, através do trabalho intenso que está sendo investigado; por exemplo na problematizarão apresentada que é dificuldade de aprendizagem, o pesquisador procurará presenciar o maior número de situações e ações em que esta se manifeste, o que vai exigir um contato direto e constante com o dia-a-dia escolar. Mo contato direto do pesquisador coma situação estudada, enfatiza mais o processo do que o produto, a preocupação com o processo é muito maior do que com o produto, o conhecimento prévio dos educando e o seu desenvolvimento são focos de atenção especial do pesquisador.
5.4. UNIVERSO/AMOSTRA E SUJEITOS DE PESQUISA
Num ambiente alfabetizador, dentro dos padrões de aceitação para registrar os dados coletados, o pesquisador encontra-se para confrontar as teorias com as práticas, ou seja, cruzar as dificuldades encontradas nas fontes com os conhecimentos teóricos, para que haja uma melhor compreensão de onde se encaixa cada situação dos alunos investigados. O pesquisador se distingue dos demais, uma figura respeitável e de conduta ética, as palavras, os depoimentos, as observações feitas entre os sujeitos e o pesquisador serão registradas, num universo descrito para as observações e com abertura para o pesquisador ir até os sujeitos analisados facilitam as investigações, proporcionando uma vivência mais próxima de investigador e investigados.
5.5. ESTRATÉGIAS/INSTRUMENTOS/RECURSOS DE PESQUISA
A parte reflexiva das anotações inclui as observações pessoais do observador, feitas durante a fase de coleta: suas especulações, sentimentos, problemas, idéias, impressões, pré-concepções, dúvidas, incertezas, surpresas e decepções. O uso de desenhos ilustrando a disposição dos móveis, o espaço físico, a apresentação visual do quadro de giz, dos cartazes, descrição dos eventos na seqüência dos fatos, também são elementos importantes a ser registrados; Durante todo o processo de investigação pode ocorrer retomada de atitudes e ações que favoreçam o melhor desempenho dos alunos.
5.6. COLETA E ANÁLISE DE DADOS
Nesse momento o pesquisador já tem uma idéia clara das possíveis direções teóricas do estudo e então é hora de praticar as ações propriamente dita (intervenções). É preciso quer a análise não se restrinja ao que está explícito no material, mas procure ir mais a fundo, desvelando mensagens implícitas dimensões contraditórias e temas sistematicamente “silenciados.” Com destaque nos achados da pesquisa, constrói-se um conjunto de categorias descritivas, embasa no referencial teórico, e daí sai à classificação dos dados, que o pesquisador organiza de acordo com sua codificação preferida e que provavelmente estes materiais serão reexaminados e modificados num momento subseqüente, isso se faz necessário para facilitar a composição e apresentação dos dados.
O que se espera não é que observadores cheguem às mesmas representações que se tem hoje, mas que haja uma concordância, pelo menos temporária, de que forma de representação da realidade atual, e que os diagnósticos deferidos seja o mais próximo possível da verdade e dos por quês.
EQUIPE
Recursos humanos para a realização do projeto:
Coordenador: Ivanete Silva dos Prazeres, Edna Calvário e Lizete Terezinha Kaippers.
Colaborador: Professores com especialização relevantes a problemática do projeto.
Consultor(es): Profissionais especializado: Psicóloga, Assistente Social, Psicopedagogos Clínicos e Institucionais e Agente de Saúde; Secretaria Municipal de Educação, Saúde e o Crás.
6- CONSIDERAÇÕES FINAIS
No anseio de realizarmos tal projeto, acreditamos que podemos melhorar a vida de nossos alunos, facilitando a aprendizagem deles, ou compreendendo um pouco mais sobre alguns desenvolvimentos não alcançados durante o processo de ensino-aprendizagem. Ao chegarmos à etapa final das investigações temos certeza que poderemos tentar dar uma resposta aos anseios das dificuldades na aprendizagem das crianças da nossa escola. São os por quês da aprendizagem não satisfatória é que buscaremos compreender e responder neste projeto, contribuindo para o desenvolvimento de cada aluno e sabendo até onde ele pode ir, fica mais fácil.
8-REFERÊRENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LÜDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas/Menga Lüdke, Marli E.D.A. André. – São Paulo: EPU, 1986.
FERNANDEZ, Alicia. A inteligência aprisionada / Alicia Fernandez; tradução Iara Rodrigues – Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. 261p.
BARBOSA, Laura Monte Serrat. Psicopedagogia: um diálogo entre a psicopedagogia e a educação/ Laura Monte Serrat Barbosa. 2. Ed. rev.e ampl. Curitiba: Bolsa Nacional do Livro, 2006.
GÓMES e Terán, Ana Maria Salgado, Nora Espinosa. Dificuldades de Aprendizagem. Tradução e adaptação: Adriana de Almeida Navarro. Edição MMIX.
1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO
Com um olhar voltado para as dificuldades presentes na unidade escolar, ouvimos os anseios dos alunos da comunidade em que nos encontramos inseridas. Nesse sentido e sob esse olhar, refletir sobre a ação profissional de cada educador, objetivando compreender as diferentes nuance de cada aprendiz para instrumentalizar-se a uma ação renovada, é tarefa social da pedagogia e dos profissionais psicopedagogos.
O olhar supõe uma reflexão, e a reflexão, juntamente com o diálogo com os outros “conhecedores”, remete-nos a um novo conhecimento, que está comprometido com o saber de cada um, com a intuição, com a ação, com os movimentos que são objetivos e subjetivos, ou seja, com a paixão de autorizar-se a pensar, a construir e a ser.
A nossa intenção em ser breve e objetiva nesta apresentação acabou gerando uma emoção que solapou a outra intenção, a de ser eminentemente acadêmica e profissional.
Elaborar um projeto que desse suporte a minha intenção é um grande desafio, intervir onde há mais necessidade de acompanhamento é o que busco no momento, me propus a construção do mesmo para que os sujeitos das ações (professores) oferecessem maior contribuição no desenvolvimento dos educando, respeitando o nível de cada um.
A idéia de atendimento especializado para os alunos com dificuldades na aprendizagem é o foco do momento, ações desenvolvidas terão a responsabilidade da escola com os profissionais habilitados para trabalhar as diferenças. Em anseio de realizar este projeto na unidade escolar, cotamos com apoio de profissionais psicopedagogos, psicólogo, pedagogos, especialista em educação especial e em descobrir talentos, didaticamente supervisionado pela direção da escola e auxilio pedagogicamente da coordenadora.
Este projeto é um diagnóstico de nossa realidade de hoje, e de como podemos melhorar para que nossos alunos se tornem pessoas-cidadãs, éticas, felizes, autônomas e competentes, ao receber um atendimento especializado, de acordo com a necessidade individualizada. Uma educação baseada nos conhecimentos dos especialistas, que tem como aspecto diferencial incluir na saúde mental disciplina, gratidão, religiosidade, cidadania, ética e intelectual.
Ouvir, reescrever a história individual, rediscutir ações, escutar a família, buscar ajuda para o educando, provocar a aprendizagem, estimular, despertar o prazer pelo saber, são critérios importantes na execução do projeto apresentado.
Sabemos que a Educação pode resultar em ações educativas diferenciadas que considerem o momento histórico atual como uma ponte entre o passado e o futuro, num processo de romper e dar continuidade à história.
O projeto segue com o tema: “Intervenção Pedagógica frente às dificuldades de aprendizagem e investigações das possíveis causas”, nasceu através da demanda de casos obscuro na aprendizagem, e frustrações dos profissionais que depara com as situações e não consegue avançar, a vontade de contribuir, foi que me levou a pensar neste projeto e querer fazer e ver acontecer.
2. JUSTIFICATIVA
Se a escola não se modificar, certamente várias crianças continuarão sendo consideradas superdotadas e “hiperativas”, não porque o sejam de fato, mas porque interagem com uma escola que não evoluir. (Barbosa, 2006.p.89)
Utilizaremos para expressar estas ações, a unidade ensinar/aprender assim representada, com pesquisas e investigações que levem a descoberta. A proposta deste projeto de intervenção está ligada ao fato de que ninguém ensina se não houver quem aprenda; que as pessoas aprendem sempre que algo ou alguém as instiga para tal; que estamos acostumados a lidar com clientelas ditas aptas a aprendizagem, e quando deparamos com situações adversas, sentimos impotentes e às vezes até frustrados, neste momento encaixa os AEE (Atendimento Educacional Especializado).
A importância deste projeto de investigação e intervenção se faz necessário devido a grande demanda de crianças que apresenta dificuldades diferenciadas na aprendizagem, onde muitas das vezes o educador se frustra por não conseguir fazer com seu aluno aprenda, toda vez que surge um problema dentro da escola, torna se necessário um pensar pedagógico, com ações que envolva toda a comunidade, e auxilia na dificuldade do momento.
A Escola Municipal João Trevisan tem uma clientela diversificada, com níveis de desenvolvimento diferenciado, encontra-se um número considerado de alunos que apresentam dificuldades na aprendizagem, uns apresenta TDAH- (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade)., outros com suspeita de deficiência na aprendizagem, devido está demanda faz se necessária a criação de um projeto que venha de encontro com as necessidade emergente.
“A escola de hoje não pode mais ser aquela em que o professor fala e os alunos reproduzem. Tendo o silêncio como limite importante, nem aquela em a memorização seja a forma que determina a transmissão e retenção de conhecimentos, nem aquela em que o caderno seja o único local de registro, nem aquela que se resume numa sala de aula, um quadro de giz e muitas carteiras”. (Barbosa, 2006, p.90).
De acordo com as sugestões de mudança da escola como diz a citação acima, busca hoje para a nossa escola um pensar e agir inovador, pois através de uma nova postura dos profissionais teremos uma escola reflexiva e ações relevantes ao desenvolvimento dos alunos.
2.1. IMPORTÂNCIA PARA A ESCOLA
As ações desenvolvidas por mim e por minha equipe de trabalho estão voltadas para o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos que freqüentam a unidade escolar, da qual estou inserida, a execução deste projeto vem para fortalecer a proposta que apresento de intervenção, junto às dificuldades presentes e as suspeita de deficiência ou distúrbios que impedem o desenvolvimento de alguns alunos.
O tema escolhido partiu de um foco de investigação as necessidades de saber o que acontecem com alguns alunos que não conseguem avançar na aprendizagem escolar, para este momento não poderia ser outro tema, pois a necessidade emergente da escola no atual momento é uma investigação que nos leve a um norte, como agir, o que ensinar e como ensinar, e os por quês de tanta dificuldade e até onde podemos ir.
A escola que é o foco de investigação para execução do projeto vive hoje a realidade de uma escola inclusiva. Com uma clientela diversificada, tanto social, cultural como intelectual, por tratar-se de um problema a resolver, na questão de ouvir, e propor apoio ao educando e que vamos iniciar o trabalho com uma professora especialista em psicopedagogia, que atenderá a clientela com mais especificidade.
2.2. RELEVÂNCIA SOCIAL
Algo precisa ser feito e só saberei se vai dar certo após ter tentando, embora eu saiba que devo ter plena convicção do meu trabalho e objetivos, pode ser os resultados que almejo não me satisfaça, porém quero continuar tentando fazer algo que facilite a vida das crianças com dificuldades, eu tenho plena certeza que neste momento é o melhor a ser feito por estas crianças, e se tenho profissionais competente, especialistas em área diversificadas que poderão dar suporte ao trabalho a ser realizado, por que não fazer?
3. OBJETIVOS
O objetivo deste projeto é investigar as diferentes dificuldades dos alunos e classificam-nas quais têm formações e conhecimentos para intervir e as que não a temos encaminhá-las a outros especialistas capacitados. Um trabalho como este requer muita atenção dos profissionais para que não aconteçam erros, pois neste caso o erro não é aceitável, uma criança com dificuldade de aprendizagem nunca deve ser confundida com, por exemplo, uma criança deficiência na aprendizagem, pois ai o caso é mais avançado e precisa de cuidados especiais.
Fica claro o queremos ao longo deste trabalho, descobrir através da observação, investigação, com minuciosa coleta de dado e ir ao estudo do caso, até poder intervir da maneira correta.
O foco principal do trabalho é a criança que apresenta qualquer dificuldade referente ao desenvolvimento da aprendizagem.
3.1. GERAL
Este projeto focará a investigação e intervenção frente às dificuldades diversas dos alunos.
3.2. ESPECÍFICOS
Estimular autoconfiança do aluno, destacando suas competências em outras áreas;
Conhecer a fundo as possibilidades dos seus alunos conforme sua maturidade afetiva e intelectual;
Conhecer os fatores individuais e ambientais presentes e passados que tenham favorecido ou perturbado o desenvolvimento da criança;
Planejar as experiências de aprendizagem como propostas integradoras;
Manter relações freqüentes com os pais;
Realizar uma análise qualitativa e não quantitativa do processo e não somente de seus resultados;
Estimular a capacidade para colocar-se em contato com os demais por meio de brincadeiras, do diálogo e do trabalho em comum;
Favorecer a alternância das atividades grupais e individuais;
Favorecer a discriminação entre realidade e fantasia;
Compreender as relações lógicas de medo angustia e rejeição que a aprendizagem gera. Verbalizá-las e aceitar suas manifestações;
Compreender as características específicas das crianças segundo seu desenvolvimento evolutivo;
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Segundo Gómez e Terán é importante ajudar essas crianças a conhecerem seus pontos fortes, a compreenderem que suas dificuldades não existem por falta de capacidade e, a descobrirem estratégias que sejam úteis no seu aprendizado.
De acordo com a citação acima se conhecemos melhor a criança, será facilitado a maneira de trabalharmos com ela. Este trabalho terá a luz de obras voltadas a compreensão de crianças com dificuldades diversas e maneiras de intervir, como no diz Fernández (1991, p.101)
“A partir de uma dificuldade na simbolização e ressignificação, costuma aparecer nestes casos uma inibição cognitiva, que dificulta mais as possibilidades de pensar que os aspectos figurativos do pensamento”.
Sob a luz das visões de estudiosos, como Alicia Fernández, Içamitiba, Terezinha Nunes, Lair Buarque, Peter Bryant, Laura Monte Serrat Barbosa, Ronald D. Davis, e Ana Maria Salgado Gómez- Nora Espinhosa Terán; que buscaram compreender os processos que uma criança desenvolve e quais são as possíveis dificuldades presente que um educando pode apresentar fará minha pesquisa de campo, com investigações que me levem a compreender os por quês de tantas dificuldades no desenvolvimento da aprendizagem das crianças, das quais me sinto um tanto responsável pelo bom andamento do ensino-aprendizagem parte.
5. METODOLOGIA DA PESQUISA
Segundo Stubbs e Delamont (1976), a natureza dos problemas é que determina o método, isto é, a escolha do método faz função do tipo de problema estudado... Pois geralmente a investigação passa por três etapas: exploração, decisão e descoberta. Na primeira fase ficamos com a definição dos problemas que é dificuldade de aprendizagem, e suspeitas de deficiência ou distúrbios na aprendizagem de alguns alunos. Todo o estudo dos casos será investigado a partir do âmbito escolar até a residência e comunidade de cada caso, o confronto de teorias e práticas tem como centro de estudo a própria unidade escola e então parte-se para as ações de apoio, e intervenções que forem necessárias.
O estudo de caso é o estudo de um caso, seja ele simples e específico, como o de uma professora competente de uma escola pública, ou complexo e abstrato, como o das classes de alfabetização ou o do ensino noturno. O caso é sempre bem delimitado, devendo ter seus contornos claramente definidos no desenrolar do estudo. (Lüdke, Menga. 1986. p17)
Optamos por essa metodologia porque ela possibilita um contato direto com os problemas, por estarmos vinculada com a intenção de contribuirmos nesta oportunidade, para que os professores ampliam suas compreensões das dificuldades enfrentadas pelos alunos.
Através de um contato direto com a situação, nós na qualidade de investigadora da situação pretendemos enfatizar mais o processo do que o produto e nos preocupamos em retratar a perspectiva dos participantes, os avanços perceptível durante a intervenção.
A presente pesquisa parte de uma situação vivida na Escola João Trevisan, que tem como norte a exploração e investigação dos supostos problemas, com busca a campo dos casos a serem analisados. Fontes de dados serão considerada, os próprios relatórios elaborados pelos professores regentes, e investigação de uma professora especialista em psicopedagoga, bem criteriosa abordando somente alunos com dificuldades de aprendizagem considerada e suspeitas de deficiência e distúrbios também na aprendizagem. Muita cautela nas ações, os métodos definidos de acordo com cada situação, e coleta dos dados arquivados para análise, assim penetramos nas situações, confrontamos as evidências positivas e negativas com as teorias existentes e podemos então encaminhar cada caso ao especialista responsável para tal situação.
5.1. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A natureza é que vai determinar o método a ser utilizado nesta pesquisa; a observação direta das atividades do grupo estudado e entrevistado com informações para captar suas explicações e interpretações do que ocorre; levantamentos, histórias de vida, análise de documentos, testes psicológicos, atendimento especializado pelo psicopedagogo, os quais podem fornecer um quadro mais vivo e completo da situação estudada. Os procedimentos caminharam por etapas sistematizadas como segue em primeiro a exploração das suspeitas com coleta de dados, após decidir como? O que fazer? Para quem enviar? Entre outras e diagnóstico verdadeiro do problema, e as possíveis soluções a serem tomadas e por quem.
5.2. TIPO DE PESQUISA: PESQUISA-AÇÃO
As ações partem de uma pesquisa educacional, com abordagem etnográfica já que é a descrição de um sistema de significados culturais de um determinado grupo, o problema é redescoberto no campo uma vez que já existem suspeitas do tal problema; o trabalho de campo é realizado sempre com a presença do pesquisador; o trabalho de campo levará mais de 6 meses; e ainda conta com experiência em outros casos, e assim consideramos a pessoa chave da execução deste projeto alguém que tem muita experiência educacional, os métodos adotados não únicos, de acordo com as necessidades vai se adequando as práticas das ações, enfim um relatório com quantidade suficiente de dados que comprovem a seriedade dos diagnósticos.
5.3. ABORDAGEM DE PESQUISA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA)
Os focos de observação nas abordagens qualitativas de pesquisa são determinados pelos propósitos específicos do estudo, que por sua vez derivam de um quadro teórico geral, traçado pelo pesquisador. (Lüdke, Menga.1986.p.30)
Optamos por uma abordagem qualitativa por proporcionarmos um ambiente natural e com fonte direta de dados e o pesquisador como um instrumento principal; propõe um contato direto e prolongado do pesquisador com a situação que está sendo investigada, através do trabalho intenso que está sendo investigado; por exemplo na problematizarão apresentada que é dificuldade de aprendizagem, o pesquisador procurará presenciar o maior número de situações e ações em que esta se manifeste, o que vai exigir um contato direto e constante com o dia-a-dia escolar. Mo contato direto do pesquisador coma situação estudada, enfatiza mais o processo do que o produto, a preocupação com o processo é muito maior do que com o produto, o conhecimento prévio dos educando e o seu desenvolvimento são focos de atenção especial do pesquisador.
5.4. UNIVERSO/AMOSTRA E SUJEITOS DE PESQUISA
Num ambiente alfabetizador, dentro dos padrões de aceitação para registrar os dados coletados, o pesquisador encontra-se para confrontar as teorias com as práticas, ou seja, cruzar as dificuldades encontradas nas fontes com os conhecimentos teóricos, para que haja uma melhor compreensão de onde se encaixa cada situação dos alunos investigados. O pesquisador se distingue dos demais, uma figura respeitável e de conduta ética, as palavras, os depoimentos, as observações feitas entre os sujeitos e o pesquisador serão registradas, num universo descrito para as observações e com abertura para o pesquisador ir até os sujeitos analisados facilitam as investigações, proporcionando uma vivência mais próxima de investigador e investigados.
5.5. ESTRATÉGIAS/INSTRUMENTOS/RECURSOS DE PESQUISA
A parte reflexiva das anotações inclui as observações pessoais do observador, feitas durante a fase de coleta: suas especulações, sentimentos, problemas, idéias, impressões, pré-concepções, dúvidas, incertezas, surpresas e decepções. O uso de desenhos ilustrando a disposição dos móveis, o espaço físico, a apresentação visual do quadro de giz, dos cartazes, descrição dos eventos na seqüência dos fatos, também são elementos importantes a ser registrados; Durante todo o processo de investigação pode ocorrer retomada de atitudes e ações que favoreçam o melhor desempenho dos alunos.
5.6. COLETA E ANÁLISE DE DADOS
Nesse momento o pesquisador já tem uma idéia clara das possíveis direções teóricas do estudo e então é hora de praticar as ações propriamente dita (intervenções). É preciso quer a análise não se restrinja ao que está explícito no material, mas procure ir mais a fundo, desvelando mensagens implícitas dimensões contraditórias e temas sistematicamente “silenciados.” Com destaque nos achados da pesquisa, constrói-se um conjunto de categorias descritivas, embasa no referencial teórico, e daí sai à classificação dos dados, que o pesquisador organiza de acordo com sua codificação preferida e que provavelmente estes materiais serão reexaminados e modificados num momento subseqüente, isso se faz necessário para facilitar a composição e apresentação dos dados.
O que se espera não é que observadores cheguem às mesmas representações que se tem hoje, mas que haja uma concordância, pelo menos temporária, de que forma de representação da realidade atual, e que os diagnósticos deferidos seja o mais próximo possível da verdade e dos por quês.
EQUIPE
Recursos humanos para a realização do projeto:
Coordenador: Ivanete Silva dos Prazeres, Edna Calvário e Lizete Terezinha Kaippers.
Colaborador: Professores com especialização relevantes a problemática do projeto.
Consultor(es): Profissionais especializado: Psicóloga, Assistente Social, Psicopedagogos Clínicos e Institucionais e Agente de Saúde; Secretaria Municipal de Educação, Saúde e o Crás.
6- CONSIDERAÇÕES FINAIS
No anseio de realizarmos tal projeto, acreditamos que podemos melhorar a vida de nossos alunos, facilitando a aprendizagem deles, ou compreendendo um pouco mais sobre alguns desenvolvimentos não alcançados durante o processo de ensino-aprendizagem. Ao chegarmos à etapa final das investigações temos certeza que poderemos tentar dar uma resposta aos anseios das dificuldades na aprendizagem das crianças da nossa escola. São os por quês da aprendizagem não satisfatória é que buscaremos compreender e responder neste projeto, contribuindo para o desenvolvimento de cada aluno e sabendo até onde ele pode ir, fica mais fácil.
8-REFERÊRENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LÜDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas/Menga Lüdke, Marli E.D.A. André. – São Paulo: EPU, 1986.
FERNANDEZ, Alicia. A inteligência aprisionada / Alicia Fernandez; tradução Iara Rodrigues – Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. 261p.
BARBOSA, Laura Monte Serrat. Psicopedagogia: um diálogo entre a psicopedagogia e a educação/ Laura Monte Serrat Barbosa. 2. Ed. rev.e ampl. Curitiba: Bolsa Nacional do Livro, 2006.
GÓMES e Terán, Ana Maria Salgado, Nora Espinosa. Dificuldades de Aprendizagem. Tradução e adaptação: Adriana de Almeida Navarro. Edição MMIX.

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