segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Coordenadora Pedagógica, 2008 á 2011.




PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO CLARO ESTADO DE MATO GROSSO
ESCOLA MUNICIPAL “ JOÃO TREVISAN “ email: escolamunicipal_sjrc@hotmail.com
Criação: 14/92 Reconhecimento: 3277/92 Endereço: Av. Uruguai nº 1577 CEP: 78.435-000 Fone: (66) 3386 - 2462

PROJETO DE COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

IVANETE SILVA PRAZERES

O trabalho do coordenador pedagógico é fundamental e complexo, uma vez que busca compreender a realidade escolar e seus desafios, construindo alternativas que se mostrem adequadas e satisfatórias para os participantes e envolvidos no contexto escolar.

Ivanete Silva dos Prazeres
Idade: 37 anos (17-10-1972)
Natural: Paraná
Nacionalidade: Brasileira
Estado Civil: Casada
Formação profissional
Magistério: 1997
Graduação em Pedagogia: 2004
Pós-Graduação em psicopedagogia com Ênfase em
Educação Especial: 2007
Experiência Profissional
Escola: Domingos Briante ­­– 1998 e 1999 (Professora)
Escola: Osmar pinheiro – 2000, no Município de Nova Maringá. (Professora)
Escolas Municipais de São José do Rio Claro, desde 2001 à 2007-(Professora)
Escola Municipal João Trevisan de 2008 a 2011, na Coordenação Pedagógica




Apresentação

‘’Confio nas pessoas – em sua capacidade de explorar e compreender a si mesmas e a seus problemas e em sua capacidade de solucionar esses problemas - em qualquer relação próxima, duradoura, em que eu possa prover um clima de calor e compreensão autênticos’’.

O projeto traz ações a ser efetuado em uma coordenação pedagógica da escola Municipal João Trevisan, no Município de São José do Rio Claro, um trabalho pedagógico que atua através de: resolução dos problemas instaurados, de prevenção de situações problemáticas previsíveis, de promoção de situações saudáveis do ponto de vista educativo e socioafetivo, e assim atuante de forma efetiva no desenvolvimento das crianças da comunidade escolar citada, segue os caminhos proposto para esta coordenação vigente.

Objetivos.
Acompanhar o processo de aprendizagem dos alunos e professores, intervindo na aprendizagem buscando organizar e reorganizar meios de ensinar e aprender, pois ensinar é uma ação que exige permanente aprendizado e reflexão.
Ir além do conhecimento teórico, pois para acompanhar o trabalho pedagógico e estimular os professores é preciso percepção e sensibilidade para identificar as necessidades dos alunos e professores.
Manter sempre atualizada, buscando fontes de informação e refletindo sobre minha prática, estar sempre atenta ao cenário que esta a volta valorizando os profissionais da equipe e acompanhando os resultados.
Cooperar nas formações continuadas e orientações metodológicas do corpo docente, para que todos tenham êxitos em suas atuações.
Atuar com intervenções onde houver dificuldades, discente e docente, para que os trabalhos sejam elaborados sempre
Contribuir na formação intelectual dos alunos com mais eficácia, orientando aos professores a contribuir cada vez mais com a educação de nossos alunos, pois nós professores somos a alma da escola e os alunos se guiam na luz que espalhamos em seus caminhos.
Articular meios onde os professores possam juntamente com seus alunos desenvolver o gosto pelo saber, uma paixão pelo conhecimento e assim somar os saberes do dia-a-dia com os sistemáticos através da dialética num ambiente prazeroso.
Acompanhar o processo de ensino-aprendizagem dos professores e alunos, na busca de articular meios para melhorar sempre o pedagógico educacional.
Justificativas
O saber do líder não deve se limitar ao conhecimento objetivo sobre o seu trabalho ou sobre técnicas motivacionais. Antes de mais nada, o líder deve saber de si.
Um plano de trabalho começa sempre pela vontade de querer fazer, é claro que grandes idéias levam um tempo mais parta ganhar vida, muitas vezes não é necessário nem sensato revelarmos as nossas grandes idéias, com tudo após darmos vida a elas se faz necessário multiplicarmos para que a torne conhecimento, sendo uma das funções explícitas de coordenador pedagógico pensar, articular ações pedagógicas que viabilizem a qualidade no desempenho do processo de ensino-aprendizagem, orientar a praticas do professor, estimulando-o a adotar estratégias metodológicas diversificadas de ensino que mobilizem a memória o raciocínio, além de outras competências cognitivas, potencializando a interação entre professor e aluno, com uma ampla gama de ações a serem alcançadas na busca de constatar a complexidade do processo ensino-aprendizagem, através de temas culturais, econômicos, sociais, políticas, relações grupais, características individuais, relações interpessoais de poder, metodologias, recursos físicos e matérias, assuntos que poderão ser desenvolvidos por meio dos integrantes escolares através de projetos. Ao planejar essa função me deparei na questão do planejar, determinar etapas para execução de minhas tarefas, e sei que o desejo de ser ótima nunca deve impedir de alcançar um lugar junto ao bom - pois acredito que algumas tarefas o bom é suficiente, mais o anseio pelo ótimo deve continuar.
Procedimento Metodológico

v Observação: registro das observações;
v Estudos – pesquisas;
v Análise dos dados de ensino – aprendizagem;
v Teorização;
v Éticos, metodológicos e pedagógicos;
v Bibliografias;
v ...




Com esses pressuposto é que pretendo embasar meu trabalho dentro de uma perspectiva de que todos são capazes tanto de ensinar, como aprender. Quando somos capazes de observar e interiorizar os resultados mesmos quando este ainda não aconteceu, então somos idealizadores de idéias e isso me faz crescer e buscar entender.. .
A aprendizagem se faz com dedicação, pois hoje só quem é capaz de amar pode se considerar um educador – um bom trabalho dentro da teoria Piagetiana onde a criança tem em cada fase um desenvolvimento prescrito é fundamental que saibamos até onde podemos ir com os nossos educandos, e os por quês ele não está adquirimos os conhecimentos indicados para sua fase,
A pedagogia afetiva adotada por nós educadores – onde o educar e o cuidar estão interligados há uma grande necessidade de estarmos interagidos com todas as ações desenvolvidas pela criança, na busca de entendermos e provocar o desenvolvimento da aprendizagem dela.
Num trabalho relevante de coordenação pedagógica, onde todos os olhares de desenvolvimento da aprendizagem estão voltados ao trabalho pedagógico de uma escola, o grande vínculo do coordenador é o conhecimento, ambos precisam estar sempre de mãos dadas.
Embasados em conhecimentos e experiências que deram certos e atrás de novas experiências deve ser a metodologia aplicada à vida do coordenador pedagógico; com leituras e estudos que sustentas a sua prática.




O que é um coordenador pedagógico?

Um professor que se dedica a aprender e logo após aprender outra vez se dedica a multiplicar...
.É um orientador das praticas do professor ao promover oportunidades de reflexão sobre as estratégias adotadas, redefinindo-as, em conjunto quando necessário. Ele também é um incentivador da aprendizagem permanente, da troca de experiências e do crescimento dos professores.
Para exercer esse papel, ele deve apresentar as competências de relacionamento interpessoal, bem como as de selecionar, organizar, relacionar e interpretar dados, a fim de identificar corretamente as necessidades do corpo docente, além de tomar decisões e enfrentar situações-problema no seu cotidiano.
O Coordenador Pedagógico orienta o trabalho dos professores para que eles atuem de acordo com a proposta pedagógica da escola, desenvolvem planos de curso de qualidade, compreendam profundamente o processo ensino-aprendizagem e viabilizam o alcance das competências necessárias pelos alunos. Assim, ele promove o aperfeiçoamento e crescimento dos professores quando:
Orientar o trabalho dos trabalhos dos professores na elaboração, execução e avaliação dos planos de cursos/aulas, com foco na sua adequação à Proposta Pedagógica da escola e ao Currículo Escolar; Acompanha e avalia os resultados de atividades pedagógicas, em conjunto com os professores; Analisa o desempenho dos alunos com dificuldade de aprendizagem, redefinindo estratégias, junto com os professores;
Ø Recomenda mudanças na forma de ensinar do professor para fortalecer suas habilidades em sala de aula, estabelecendo uma relação se ajuda ao professor;
Ø Ajuda o professor a explorar as potencialidades didáticas dos projetos em relação aos objetivos de ensino;
Ø Conhece a função e os instrumentos de avaliação, envolvendo diagnósticos de desempenho de professores e de aprendizagem de alunos.
Ø Atua como um incentivador de auto-desenvolvimento dos professore, promovendo oportunidades sistemáticas de crescimento profissional, dentre elas, as reuniões de AC-Atividades Complementares. Para assegurar o alcance dos objetivos dessas reuniões, bem como torná-las um espaço de reflexão critica, coletiva e constante sobre a pratica de aula;
Ø Adequar a pratica da escola as abordagens metodológicas sugeridas nos Parâmetros Curriculares Nacionais para o processo de ensino-aprendizagem;
Ø Orienta os professores na seleção e implementação de métodos e no desenvolvimento de atividades que integrem as dimensões cognitivas, físicas e sociais do aluno;
Ø Estimula os professores a adotarem estratégias metodológicos diversidades de ensino que mobilizem menos a memória e mais o raciocínio e outras competências cognitivas;
Ø Planejam atividades pedagógicas como palestras, encontros e seminários, projetados para o desenvolvimento intelectual, social e físico dos estudantes;
Ø Ajuda o professor no desenvolvimento da sua auto-estima, do auto-conceito.
E da motivação para ensinar como um processo contínuo;
Ø Estimulam o aperfeiçoamento do corpo docente através de estudos sobre novos métodos, procedimentos em sala de aula, materiais instrucionais e recursos de ensino;
Ø Incentiva e orienta os docentes na utilização intensiva e adequada dos materiais didáticos e de recursos tecnológicos disponíveis, tais como TV
Escola, Internet, etc.;
Ø PLANEJAMENTO DA AÇÃO PEDAGOGICA;
Ø ORIENTAÇÃO E ARTILAÇÃO COM O PROFESSOR;
Ø ASSESSORAMENTO TÉCNICO À GESTÃO DA ESCOLA;
Ø ANÁLISE GLOBAL DA ESCOLA;

Propostas



Ø Coordenar ações pedagógicas com intervenções necessárias, orientar quando necessário os planejamentos diários dos professores; ·.




Ø Coordenar, acompanhar e avaliar o Projeto político pedagógico;
Ø Coletar, analisar e divulgar os resultados de desempenho dos alunos, fazendo as intervenções;




Ø Desenvolver e coordenar sessões de estudos, nos horários de atividade e também debater temas relevantes para a educação;
Ø Propor e planejar ações de atualização e aperfeiçoamento de professores, visando à melhoria do desempenho profissional;
Ø Manter atualizado o fluxo de informações entre a unidade Escolar e a SEMEC;
Ø Incentivar o uso das tecnologias de forma plena de modo que venha usufruir dos meios tecnológicos que encontram ao alcance;
Ø Promover a articulação entre pais, alunos e professores, para que todos trabalharem juntos, buscando, cada vez mais, o sucesso escolar dos alunos;
Ø Resgatar historia da escola com comemoração do aniversario;
Ø Participar dos eventos propostos pela SEMEC;
Ø Incentivar a leitura, propondo ações prazerosas para que os mesmos desenvolvam o gosto de ler;
Ø Propor a construção de gráficos para estatísticas do desenvolvimento escolar de cada turma;
Ø Desenvolver junto ao grupo um ambiente prazeroso de trabalho, com respeito mútuo e um trabalho feito com dedicação;

Ø Envolver em confraternização com os funcionários da escola em geral, num clima de muita harmonia;
Ø Auxiliar no monitoramento dos bens públicos da Escola João Trevisan;
Ø Envolver as famílias na escola de forma mais eficaz, com intuito de aprimorar mais a aprendizagem das crianças;
Ø Compartilhar e multiplicar os conhecimentos que eu possa adquirir com precisão, para que meus companheiros tenham um ganho tal qual ao meu.

Estar sempre disposta a ajudar...

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Acreditar no que se faz é uma questão de doação, de ofertar o melhor de si quando se faz um trabalho, para nunca olhar para traz e disser eu poderia ter feito melhor e sim olhar e dizer: -“fiz o que pude e o que sabia”...
Um trabalho de coordenação pedagógica se faz permeada de visões de estudiosos da educação que dedicaram a compreender as mudanças decorrentes da vida do educando. Ao realizar o trabalho previsto neste projeto acredito que poderei sair bem e proporcionar algo de bom através da multiplicação dos conhecimentos que vou adquirindo ao longo dos anos, nesta trajetória da aprendizagem multiplicar os saberes é fascinante, e de forma prazerosa tornou-se meu lema favorito. Sei que às vezes é árdua a labuta do dia-a-dia, mas passar por vidas ainda em processo de formação, nós torna um tanto responsável por um mundo melhor. Com as indicações neste projeto sei que posso fazer algo para somar.

INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA.





PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO

Com um olhar voltado para as dificuldades presentes na unidade escolar, ouvimos os anseios dos alunos da comunidade em que nos encontramos inseridas. Nesse sentido e sob esse olhar, refletir sobre a ação profissional de cada educador, objetivando compreender as diferentes nuance de cada aprendiz para instrumentalizar-se a uma ação renovada, é tarefa social da pedagogia e dos profissionais psicopedagogos.
O olhar supõe uma reflexão, e a reflexão, juntamente com o diálogo com os outros “conhecedores”, remete-nos a um novo conhecimento, que está comprometido com o saber de cada um, com a intuição, com a ação, com os movimentos que são objetivos e subjetivos, ou seja, com a paixão de autorizar-se a pensar, a construir e a ser.
A nossa intenção em ser breve e objetiva nesta apresentação acabou gerando uma emoção que solapou a outra intenção, a de ser eminentemente acadêmica e profissional.
Elaborar um projeto que desse suporte a minha intenção é um grande desafio, intervir onde há mais necessidade de acompanhamento é o que busco no momento, me propus a construção do mesmo para que os sujeitos das ações (professores) oferecessem maior contribuição no desenvolvimento dos educando, respeitando o nível de cada um.
A idéia de atendimento especializado para os alunos com dificuldades na aprendizagem é o foco do momento, ações desenvolvidas terão a responsabilidade da escola com os profissionais habilitados para trabalhar as diferenças. Em anseio de realizar este projeto na unidade escolar, cotamos com apoio de profissionais psicopedagogos, psicólogo, pedagogos, especialista em educação especial e em descobrir talentos, didaticamente supervisionado pela direção da escola e auxilio pedagogicamente da coordenadora.
Este projeto é um diagnóstico de nossa realidade de hoje, e de como podemos melhorar para que nossos alunos se tornem pessoas-cidadãs, éticas, felizes, autônomas e competentes, ao receber um atendimento especializado, de acordo com a necessidade individualizada. Uma educação baseada nos conhecimentos dos especialistas, que tem como aspecto diferencial incluir na saúde mental disciplina, gratidão, religiosidade, cidadania, ética e intelectual.
Ouvir, reescrever a história individual, rediscutir ações, escutar a família, buscar ajuda para o educando, provocar a aprendizagem, estimular, despertar o prazer pelo saber, são critérios importantes na execução do projeto apresentado.
Sabemos que a Educação pode resultar em ações educativas diferenciadas que considerem o momento histórico atual como uma ponte entre o passado e o futuro, num processo de romper e dar continuidade à história.
O projeto segue com o tema: “Intervenção Pedagógica frente às dificuldades de aprendizagem e investigações das possíveis causas”, nasceu através da demanda de casos obscuro na aprendizagem, e frustrações dos profissionais que depara com as situações e não consegue avançar, a vontade de contribuir, foi que me levou a pensar neste projeto e querer fazer e ver acontecer.

2. JUSTIFICATIVA
Se a escola não se modificar, certamente várias crianças continuarão sendo consideradas superdotadas e “hiperativas”, não porque o sejam de fato, mas porque interagem com uma escola que não evoluir. (Barbosa, 2006.p.89)

Utilizaremos para expressar estas ações, a unidade ensinar/aprender assim representada, com pesquisas e investigações que levem a descoberta. A proposta deste projeto de intervenção está ligada ao fato de que ninguém ensina se não houver quem aprenda; que as pessoas aprendem sempre que algo ou alguém as instiga para tal; que estamos acostumados a lidar com clientelas ditas aptas a aprendizagem, e quando deparamos com situações adversas, sentimos impotentes e às vezes até frustrados, neste momento encaixa os AEE (Atendimento Educacional Especializado).
A importância deste projeto de investigação e intervenção se faz necessário devido a grande demanda de crianças que apresenta dificuldades diferenciadas na aprendizagem, onde muitas das vezes o educador se frustra por não conseguir fazer com seu aluno aprenda, toda vez que surge um problema dentro da escola, torna se necessário um pensar pedagógico, com ações que envolva toda a comunidade, e auxilia na dificuldade do momento.
A Escola Municipal João Trevisan tem uma clientela diversificada, com níveis de desenvolvimento diferenciado, encontra-se um número considerado de alunos que apresentam dificuldades na aprendizagem, uns apresenta TDAH- (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade)., outros com suspeita de deficiência na aprendizagem, devido está demanda faz se necessária a criação de um projeto que venha de encontro com as necessidade emergente.
“A escola de hoje não pode mais ser aquela em que o professor fala e os alunos reproduzem. Tendo o silêncio como limite importante, nem aquela em a memorização seja a forma que determina a transmissão e retenção de conhecimentos, nem aquela em que o caderno seja o único local de registro, nem aquela que se resume numa sala de aula, um quadro de giz e muitas carteiras”. (Barbosa, 2006, p.90).

De acordo com as sugestões de mudança da escola como diz a citação acima, busca hoje para a nossa escola um pensar e agir inovador, pois através de uma nova postura dos profissionais teremos uma escola reflexiva e ações relevantes ao desenvolvimento dos alunos.

2.1. IMPORTÂNCIA PARA A ESCOLA

As ações desenvolvidas por mim e por minha equipe de trabalho estão voltadas para o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos que freqüentam a unidade escolar, da qual estou inserida, a execução deste projeto vem para fortalecer a proposta que apresento de intervenção, junto às dificuldades presentes e as suspeita de deficiência ou distúrbios que impedem o desenvolvimento de alguns alunos.
O tema escolhido partiu de um foco de investigação as necessidades de saber o que acontecem com alguns alunos que não conseguem avançar na aprendizagem escolar, para este momento não poderia ser outro tema, pois a necessidade emergente da escola no atual momento é uma investigação que nos leve a um norte, como agir, o que ensinar e como ensinar, e os por quês de tanta dificuldade e até onde podemos ir.
A escola que é o foco de investigação para execução do projeto vive hoje a realidade de uma escola inclusiva. Com uma clientela diversificada, tanto social, cultural como intelectual, por tratar-se de um problema a resolver, na questão de ouvir, e propor apoio ao educando e que vamos iniciar o trabalho com uma professora especialista em psicopedagogia, que atenderá a clientela com mais especificidade.



2.2. RELEVÂNCIA SOCIAL

Algo precisa ser feito e só saberei se vai dar certo após ter tentando, embora eu saiba que devo ter plena convicção do meu trabalho e objetivos, pode ser os resultados que almejo não me satisfaça, porém quero continuar tentando fazer algo que facilite a vida das crianças com dificuldades, eu tenho plena certeza que neste momento é o melhor a ser feito por estas crianças, e se tenho profissionais competente, especialistas em área diversificadas que poderão dar suporte ao trabalho a ser realizado, por que não fazer?


3. OBJETIVOS

O objetivo deste projeto é investigar as diferentes dificuldades dos alunos e classificam-nas quais têm formações e conhecimentos para intervir e as que não a temos encaminhá-las a outros especialistas capacitados. Um trabalho como este requer muita atenção dos profissionais para que não aconteçam erros, pois neste caso o erro não é aceitável, uma criança com dificuldade de aprendizagem nunca deve ser confundida com, por exemplo, uma criança deficiência na aprendizagem, pois ai o caso é mais avançado e precisa de cuidados especiais.
Fica claro o queremos ao longo deste trabalho, descobrir através da observação, investigação, com minuciosa coleta de dado e ir ao estudo do caso, até poder intervir da maneira correta.
O foco principal do trabalho é a criança que apresenta qualquer dificuldade referente ao desenvolvimento da aprendizagem.


3.1. GERAL

Este projeto focará a investigação e intervenção frente às dificuldades diversas dos alunos.


3.2. ESPECÍFICOS

Estimular autoconfiança do aluno, destacando suas competências em outras áreas;
Conhecer a fundo as possibilidades dos seus alunos conforme sua maturidade afetiva e intelectual;
Conhecer os fatores individuais e ambientais presentes e passados que tenham favorecido ou perturbado o desenvolvimento da criança;
Planejar as experiências de aprendizagem como propostas integradoras;
Manter relações freqüentes com os pais;
Realizar uma análise qualitativa e não quantitativa do processo e não somente de seus resultados;
Estimular a capacidade para colocar-se em contato com os demais por meio de brincadeiras, do diálogo e do trabalho em comum;
Favorecer a alternância das atividades grupais e individuais;
Favorecer a discriminação entre realidade e fantasia;
Compreender as relações lógicas de medo angustia e rejeição que a aprendizagem gera. Verbalizá-las e aceitar suas manifestações;
Compreender as características específicas das crianças segundo seu desenvolvimento evolutivo;



4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Segundo Gómez e Terán é importante ajudar essas crianças a conhecerem seus pontos fortes, a compreenderem que suas dificuldades não existem por falta de capacidade e, a descobrirem estratégias que sejam úteis no seu aprendizado.

De acordo com a citação acima se conhecemos melhor a criança, será facilitado a maneira de trabalharmos com ela. Este trabalho terá a luz de obras voltadas a compreensão de crianças com dificuldades diversas e maneiras de intervir, como no diz Fernández (1991, p.101)

“A partir de uma dificuldade na simbolização e ressignificação, costuma aparecer nestes casos uma inibição cognitiva, que dificulta mais as possibilidades de pensar que os aspectos figurativos do pensamento”.


Sob a luz das visões de estudiosos, como Alicia Fernández, Içamitiba, Terezinha Nunes, Lair Buarque, Peter Bryant, Laura Monte Serrat Barbosa, Ronald D. Davis, e Ana Maria Salgado Gómez- Nora Espinhosa Terán; que buscaram compreender os processos que uma criança desenvolve e quais são as possíveis dificuldades presente que um educando pode apresentar fará minha pesquisa de campo, com investigações que me levem a compreender os por quês de tantas dificuldades no desenvolvimento da aprendizagem das crianças, das quais me sinto um tanto responsável pelo bom andamento do ensino-aprendizagem parte.

5. METODOLOGIA DA PESQUISA

Segundo Stubbs e Delamont (1976), a natureza dos problemas é que determina o método, isto é, a escolha do método faz função do tipo de problema estudado... Pois geralmente a investigação passa por três etapas: exploração, decisão e descoberta. Na primeira fase ficamos com a definição dos problemas que é dificuldade de aprendizagem, e suspeitas de deficiência ou distúrbios na aprendizagem de alguns alunos. Todo o estudo dos casos será investigado a partir do âmbito escolar até a residência e comunidade de cada caso, o confronto de teorias e práticas tem como centro de estudo a própria unidade escola e então parte-se para as ações de apoio, e intervenções que forem necessárias.
O estudo de caso é o estudo de um caso, seja ele simples e específico, como o de uma professora competente de uma escola pública, ou complexo e abstrato, como o das classes de alfabetização ou o do ensino noturno. O caso é sempre bem delimitado, devendo ter seus contornos claramente definidos no desenrolar do estudo. (Lüdke, Menga. 1986. p17)

Optamos por essa metodologia porque ela possibilita um contato direto com os problemas, por estarmos vinculada com a intenção de contribuirmos nesta oportunidade, para que os professores ampliam suas compreensões das dificuldades enfrentadas pelos alunos.
Através de um contato direto com a situação, nós na qualidade de investigadora da situação pretendemos enfatizar mais o processo do que o produto e nos preocupamos em retratar a perspectiva dos participantes, os avanços perceptível durante a intervenção.
A presente pesquisa parte de uma situação vivida na Escola João Trevisan, que tem como norte a exploração e investigação dos supostos problemas, com busca a campo dos casos a serem analisados. Fontes de dados serão considerada, os próprios relatórios elaborados pelos professores regentes, e investigação de uma professora especialista em psicopedagoga, bem criteriosa abordando somente alunos com dificuldades de aprendizagem considerada e suspeitas de deficiência e distúrbios também na aprendizagem. Muita cautela nas ações, os métodos definidos de acordo com cada situação, e coleta dos dados arquivados para análise, assim penetramos nas situações, confrontamos as evidências positivas e negativas com as teorias existentes e podemos então encaminhar cada caso ao especialista responsável para tal situação.


5.1. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

A natureza é que vai determinar o método a ser utilizado nesta pesquisa; a observação direta das atividades do grupo estudado e entrevistado com informações para captar suas explicações e interpretações do que ocorre; levantamentos, histórias de vida, análise de documentos, testes psicológicos, atendimento especializado pelo psicopedagogo, os quais podem fornecer um quadro mais vivo e completo da situação estudada. Os procedimentos caminharam por etapas sistematizadas como segue em primeiro a exploração das suspeitas com coleta de dados, após decidir como? O que fazer? Para quem enviar? Entre outras e diagnóstico verdadeiro do problema, e as possíveis soluções a serem tomadas e por quem.


5.2. TIPO DE PESQUISA: PESQUISA-AÇÃO

As ações partem de uma pesquisa educacional, com abordagem etnográfica já que é a descrição de um sistema de significados culturais de um determinado grupo, o problema é redescoberto no campo uma vez que já existem suspeitas do tal problema; o trabalho de campo é realizado sempre com a presença do pesquisador; o trabalho de campo levará mais de 6 meses; e ainda conta com experiência em outros casos, e assim consideramos a pessoa chave da execução deste projeto alguém que tem muita experiência educacional, os métodos adotados não únicos, de acordo com as necessidades vai se adequando as práticas das ações, enfim um relatório com quantidade suficiente de dados que comprovem a seriedade dos diagnósticos.

5.3. ABORDAGEM DE PESQUISA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA)

Os focos de observação nas abordagens qualitativas de pesquisa são determinados pelos propósitos específicos do estudo, que por sua vez derivam de um quadro teórico geral, traçado pelo pesquisador. (Lüdke, Menga.1986.p.30)

Optamos por uma abordagem qualitativa por proporcionarmos um ambiente natural e com fonte direta de dados e o pesquisador como um instrumento principal; propõe um contato direto e prolongado do pesquisador com a situação que está sendo investigada, através do trabalho intenso que está sendo investigado; por exemplo na problematizarão apresentada que é dificuldade de aprendizagem, o pesquisador procurará presenciar o maior número de situações e ações em que esta se manifeste, o que vai exigir um contato direto e constante com o dia-a-dia escolar. Mo contato direto do pesquisador coma situação estudada, enfatiza mais o processo do que o produto, a preocupação com o processo é muito maior do que com o produto, o conhecimento prévio dos educando e o seu desenvolvimento são focos de atenção especial do pesquisador.


5.4. UNIVERSO/AMOSTRA E SUJEITOS DE PESQUISA

Num ambiente alfabetizador, dentro dos padrões de aceitação para registrar os dados coletados, o pesquisador encontra-se para confrontar as teorias com as práticas, ou seja, cruzar as dificuldades encontradas nas fontes com os conhecimentos teóricos, para que haja uma melhor compreensão de onde se encaixa cada situação dos alunos investigados. O pesquisador se distingue dos demais, uma figura respeitável e de conduta ética, as palavras, os depoimentos, as observações feitas entre os sujeitos e o pesquisador serão registradas, num universo descrito para as observações e com abertura para o pesquisador ir até os sujeitos analisados facilitam as investigações, proporcionando uma vivência mais próxima de investigador e investigados.


5.5. ESTRATÉGIAS/INSTRUMENTOS/RECURSOS DE PESQUISA

A parte reflexiva das anotações inclui as observações pessoais do observador, feitas durante a fase de coleta: suas especulações, sentimentos, problemas, idéias, impressões, pré-concepções, dúvidas, incertezas, surpresas e decepções. O uso de desenhos ilustrando a disposição dos móveis, o espaço físico, a apresentação visual do quadro de giz, dos cartazes, descrição dos eventos na seqüência dos fatos, também são elementos importantes a ser registrados; Durante todo o processo de investigação pode ocorrer retomada de atitudes e ações que favoreçam o melhor desempenho dos alunos.


5.6. COLETA E ANÁLISE DE DADOS

Nesse momento o pesquisador já tem uma idéia clara das possíveis direções teóricas do estudo e então é hora de praticar as ações propriamente dita (intervenções). É preciso quer a análise não se restrinja ao que está explícito no material, mas procure ir mais a fundo, desvelando mensagens implícitas dimensões contraditórias e temas sistematicamente “silenciados.” Com destaque nos achados da pesquisa, constrói-se um conjunto de categorias descritivas, embasa no referencial teórico, e daí sai à classificação dos dados, que o pesquisador organiza de acordo com sua codificação preferida e que provavelmente estes materiais serão reexaminados e modificados num momento subseqüente, isso se faz necessário para facilitar a composição e apresentação dos dados.
O que se espera não é que observadores cheguem às mesmas representações que se tem hoje, mas que haja uma concordância, pelo menos temporária, de que forma de representação da realidade atual, e que os diagnósticos deferidos seja o mais próximo possível da verdade e dos por quês.
EQUIPE

Recursos humanos para a realização do projeto:

Coordenador: Ivanete Silva dos Prazeres, Edna Calvário e Lizete Terezinha Kaippers.
Colaborador: Professores com especialização relevantes a problemática do projeto.
Consultor(es): Profissionais especializado: Psicóloga, Assistente Social, Psicopedagogos Clínicos e Institucionais e Agente de Saúde; Secretaria Municipal de Educação, Saúde e o Crás.



6- CONSIDERAÇÕES FINAIS

No anseio de realizarmos tal projeto, acreditamos que podemos melhorar a vida de nossos alunos, facilitando a aprendizagem deles, ou compreendendo um pouco mais sobre alguns desenvolvimentos não alcançados durante o processo de ensino-aprendizagem. Ao chegarmos à etapa final das investigações temos certeza que poderemos tentar dar uma resposta aos anseios das dificuldades na aprendizagem das crianças da nossa escola. São os por quês da aprendizagem não satisfatória é que buscaremos compreender e responder neste projeto, contribuindo para o desenvolvimento de cada aluno e sabendo até onde ele pode ir, fica mais fácil.



8-REFERÊRENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

LÜDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas/Menga Lüdke, Marli E.D.A. André. – São Paulo: EPU, 1986.

FERNANDEZ, Alicia. A inteligência aprisionada / Alicia Fernandez; tradução Iara Rodrigues – Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. 261p.

BARBOSA, Laura Monte Serrat. Psicopedagogia: um diálogo entre a psicopedagogia e a educação/ Laura Monte Serrat Barbosa. 2. Ed. rev.e ampl. Curitiba: Bolsa Nacional do Livro, 2006.

GÓMES e Terán, Ana Maria Salgado, Nora Espinosa. Dificuldades de Aprendizagem. Tradução e adaptação: Adriana de Almeida Navarro. Edição MMIX.

ENTREVISTA MUSICAL.

1) Quando você nasceu?
R: Eu nasci, há dez mil anos atrás, e não tem nesse mundo que eu não saiba demais...
2) Quando você vai dormir o que diz?
R: Amanhã, será um lindo dia, da mais louca alegria, que se possa imaginar...
3) Quantos amigos você quer ter?
R: Eu quero ter um milhão de amigos, e bem mais forte poder cantar...
4) O que você gostaria de ser?
R: Quisera ser um peixe, para em teu límpido aquário mergulhar, fazer borbulhar de amor pra te encontrar...
5) Em que lugar fica sua casa?
R: Moro, num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza...
6) Quando um amigo está triste o que você diz?
R: Encosta sua cabecinha no meu ombro e chora, e conta logo tuas magoas todas para mim...
7) Qual o segredo para manter-se jovem?
R: É o amor, que com a minha cabeça e me deixa assim...
8) Como você se declara a alguém?
R: Eu tenho tanto pra lhe falar, mas com palavras não sei dizer, como é grande o meu amor por você...
9) E afinal, por que você está cantando?
R: Por isso uma força me leva a cantar por isso uma força estranha no ar...
10) E quando encontra um obstáculo, o que você faz?
R: Toda pedra no caminho, você pode retirar, em uma flor que tem espinhos você arrancar, se o bem e o mal existe, você pode escolher, é preciso saber viver...
11) O que você acha da vida?
R: Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz. Eu sei, que a vida devia ser bem melhor e será, mas isso não impede que eu repita: é bonita, é bonita e é bonita!!!
12) Quando sua aluna se acha feia o que você diz?
R: Você é linda, mais que demais... Você é linda sim...
13) Quando o guarda te aborda o que você diz?
R: Seu guarda eu não sou vagabundo, eu não sou delinqüente, sou um cara carente, eu dormi na praça, pensando nela...
14) Você é uma pessoa criativa?
R: Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel, num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu...
15) Qual a mensagem que você quer deixar para o seu amigo?R: Amor I Love you... Amor I Love you… Amor I Love you… Esc. João. 20111 ( Coord. Pedag. Ivanete)